sábado, 16 de agosto de 2008

INIMIGO MEU

INIMIGO MEU
Conta-se que certo imperador, quando foi avisado a respeito de uma insurreição que estava se desenvolvendo em uma suas das províncias, disse aos seus chefe militares: - Vamos. Sigam-me. Destruirei os meus inimigos imediatamente. Quando chegaram ao lugar onde se encontravam os rebeldes, o imperador os tratou com tanta brandura e amabilidade que, em gratidão, todos se submeteram a ele voluntariamente. Aqueles que compunham sua comitiva pensaram que ele ordenaria a imediata execução de todos os que haviam se rebelado contra o seu domínio, mas ficaram grandemente surpreendidos ao vê-lo tratando-os com tanto carinho e afeto. Intrigado com a "humilhante" atitude do soberano e julgando-o um quase covarde, um dos seus generais perguntou: - É desta forma que Vossa Excelência cumpre sempre a sua ameaça? Não nos disse no início da caminhada que viríamos aqui para vê-lo destruir os seus inimigos? Ora, a única atitude que tomou foi a de anistiá-los com um gesto humanitário. É assim que Vossa Excelência pretende manter seu império, perdoando e premiando os rebeldes com carinho? Depois de ouvir atenciosamente a censura do seu general, disse-lhe: - Sim, lembro-me que prometi solene e decididamente destruir todos os meus inimigos. E agora eu lhe pergunto: você está vendo algum inimigo meu por aqui?
Pois não é contra carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, conta os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes.Efésios 6.12

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