terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Ação Social

Um homem formou-se na faculdade e logo após sua formatura, cheio de vontade de ajudar ao próximo, dirigiu-se a um dos piores bairros de Londres. Criou bibliotecas, formou classes de ensino escolar, procurou limpar as casas, providenciou alimento para os famintos, mas ao fim de dez anos, ele declarou: "Não adianta. Eles vão continuar bebendo, jogando até o fim". Largou mão do trabalho e voltou para seu lugar. Tempos depois um casal cristão se ofereceu para trabalhar no mesmo bairro. Só que este, não tinha nada para oferecer senão a mensagem de Cristo e serviço sacrificial em nome de Jesus. Pois pelo trabalho deste casal é que milhares de pessoas mudaram de vida, se converteram!

Se você não pode alimentar cem pessoas, então alimente apenas uma. (Pequeno Manual de Instruções de Deus Para Mulheres, pg. 126).

Em nosso país, infelizmente é assim: madame dá festinha de aniversário para cachorrinho, enquanto crianças ficam sem comida.

Lembro-me de um irmão que me contou a história de um missionário que começou um ponto de pregação numa pequena cidade e durante alguns meses os seus únicos ouvintes eram sua mulher e seus dois filhos. Numa noite chuvosa após a reunião, onde estiveram presentes somente os seus, saiu para dar uma volta pelas ruas e encontrou um homem caído na sarjeta, todo ensopado pela chuva que caía. Ao tentar levantá-lo aquele homem vomitou em sua roupa, pois estava muito bêbado, mas mesmo assim o missionário levou-o para sua casa e cuidou dele, dando-lhe banho e roupas limpas, e tratou dele até que ele tivesse condições de ir para sua própria casa. Na manhã seguinte um homem bem vestido bateu a porta perguntando – “é aqui que mora um homem que ama os alcoólatras?”. Para surpresa do missionário aquele homem era casado e tinha vários filhos e toda a sua família começou a freqüentar as reuniões. Os moradores da cidade, vendo a mudança na vida daquele que antes tinha sido alcoólatra, também começaram a ir à igreja, e em poucos meses aquela congregação se tornou grande. (Koinonia, pg 3 / Ano XI Nº 36, 01/01/2002).

Certa vez um crente dirigiu-se ao supermercado numa noite gelada, como acontece no inverno na outra América. Ao chegar, viu um garoto encostado à vitrine. Estava pouco agasalhado e tremia de frio. Sendo pai percebeu algo errado. Perguntou ao menino: "Que é que há, meu filho?" "Nada" respondeu. "Sei que há algo errado. Tenho dois filhos e sei muito bem quando eles estão perplexos. Conte-me o que há", replicou o Senhor. Com lábios trêmulos o garoto explicou que havia perdido a nota de cem cruzados que o pai lhe dera para fazer compras. Ao ser aconselhado para voltar para casa e explicar tudo ao pai, o menino, chorando, replicou: "Não, não posso. O senhor não conhece o meu pai. É um beberrão. Se eu voltar sem as compras, ele é capaz de me matar. Vou esperar que ele durma." Com isso, o crente encheu-se de compaixão; levou o garoto para dentro do supermercado, comprou tudo que ele precisava e depois levou-o para onde morava. Ao sair do carro o garoto botou as bolsas no chão, pediu ao seu benfeitor que saísse do carro e, abraçando-o fortemente, exclamou: "Que bom se o senhor fosse meu pai!" O homem que havia mostrado um pouco de compaixão deu o seguinte testemunho: "Depois que deixei esse garoto em casa, percorri as ruas, à procura de outros meninos que haviam perdido notas de cem cruzados!" A compaixão verdadeira sempre conduz à ação!

Uma jovem e presunçosa cigarra tinha por hábito cantar ao pé de um formigueiro, levando as laboriosas formigas ao desespero. Quando já exausta, o seu divertimento era olhar com descaso a faina perene das formigas no abastecimento das tulhas. Porém, o bom tempo passou e chegaram as suas tocas. A pobre cigarra, sem abrigo em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, decidiu pedir ajuda a alguém. Assim, lá foi ela para o formigueiro. À porta bateu e ficou esperando atendimento. Depois de algum tempo surgiu uma formiga friorenta, com seu xalezinho de paina. - O que deseja? - indagou, examinando de alto a baixo a triste mendiga suja, trêmula e que mal continha uma tosse rouca e teimosa. - Venho em busca de abrigo. O mau tempo não cessa e eu... Antes que ela acabasse de inventar uma desculpa, a formiga atalhou: - Mas o que fez durante o verão? Não achou tempo nem para fazer sua casa? A pobre cigarra, tremendo e meio engasgada, tentou responder: - Eu cantava. Bem sabe que sou uma profissional... - Ah! - exclamou a formiga, recordando-se. - Era você quem cantava a plenos pulmões enquanto labutávamos para encher nossas tulhas, não é? - Isso mesmo, era eu... Não as incomodava com as minhas melodias, acredito. Sem estender mais os comentários, a formiga falou: - Pois entre, amiga. De fato, jamais nos esqueceremos dos bons momentos proporcionados pela sua afinada cantoria... A suavidade da sua música aliviava o nosso trabalho duro. Dizíamos sempre entre nós: "Que felicidade ter como vizinha, tão gentil cantora..." Portanto, amiga, entre. E a cigarra, sentindo-se lisonjeada, entrou e ali permaneceu enquanto durou o inverno, recebendo cama, comida e toda a atenção. Aquela colônia de formigas tinha sobejas razões para não desejar hospedar a importuna vizinha, porém, optaram por recebê-la, a fim de lhe dar uma bonita lição de perdão e humanidade. Se todos recusassem socorrê-la, certamente ela morreria naqueles dias de duro inverno e não poderia voltar a ser a alegre cantora dos dias ensolarados... Será que nós, humanos, faríamos o mesmo para o nosso semelhante?

Un profesor de periodismo se disfrazó de desamparado y pasó varias noches en las calles de una gran ciudad. Informó que los albergues le proporcionaron sandwiches y refrescos, pero nadie, ni siquiera un albergue administrado por una iglesia, le ofreció una palabra de consejo espiritual. El columnista William Raspberry dice que cuando la iglesia no ofrece ayuda espiritual, «no está haciendo uso de la fortaleza que tiene». Es como un jugador de baloncesto de 2,13 metros que intenta tiros largos, o que cuando está cerca del canasto lleva la pelota a la altura del pecho antes de tirar. Los entrenadores se refieren a un jugador alto que desperdicia la ventaja de su altura como «un hombre grande que juega como si fuera pequeño». Nosotros somos como ese jugador de baloncesto cuando nos concentramos únicamente en satisfacer necesidades físicas, pero no damos el mensaje de salvación que transforma la vida de una persona y que Dios nos ha encomendado. (Fonte: Osvaldo Carnival).

"Os pequenos atos que se executam são melhores que todos aqueles grandes que se planejam". George C. Marshall (1880-1959) - Fonte: www.frasesedu.hpg.ig.com.br

Em 1984 os jornais falaram das dificuldades de uma criança na Cidade do México. O rapazito de 4 anos tinha ficado órfão e gravemente queimado numa explosão de gás que tomou a vida de 500 pessoas. Milhares de pessoas leram a sua história e rapidamente a esqueceram. Mas uma mulher na cidade de Nova Iorque ficou profundamente comovida e não conseguia tirar o rapazinho da cabeça. A preocupação desta mulher levou-a a enveredar esforços para encontrar o rapaz, seguidos de 2 anos de assistência médica, presentes, visitas, e finalmente um processo de adoção. Ele tinha alguém que o amava, alguém que se preocupava tanto com ele que se deu a si mesma por ele. Eu diria que ela foi uma num milhão! Esta história recorda-me o patriarca Job. Costumamos pensar nele como um homem justo que sofreu. Mas há muito mais a dizer acerca daquele que levou o Senhor a dizer: “ninguém há na terra semelhante a ele.” Nos capítulos 29 a 31 de Job, temos um quadro mais completo deste homem. Ele provou o seu coração para Deus alcançando outras pessoas. Ele foi “um num milhão” para órfãos, viúvas, e outras pessoas oprimidas (29:12-17; 31:16-22). - Fonte: www.gospelcom.net/rbc/pd/1999/Novembro99.htm

Pequenas coisas feitas em nome de Jesus são grandes coisas.

"Aquele que espera realizar muitos e grandes atos de bondade ao mesmo tempo nunca fará nenhum" (Paulo E. Holdcraft).

Thomas Jefferson, quien en 1776 escribió el primer borrador de la Declaración de Independencia de los Estados Unidos, dio por sentado que todos poseemos ciertos «derechos inalienables» otorgados por Dios. Sin embargo, hasta en una democracia hay grandes debates en cuanto a quién tiene cuáles derechos. Los cristianos pueden contemplar el asunto de los derechos desde otra perspectiva. En lugar de preocuparnos por nosotros, podemos pensar en lo que necesitan los demás. En ese sentido, tenemos el «derecho» de ayudar a los demás, como lo hizo el buen samaritano (Lucas 10:30-37). (Osvaldo Carnival - Internet)

Há aqueles que, eternamente, vivem pedindo e dependendo da igreja. Neste caso, a igreja não estará mais ajudando, mas viciando aquela vida. Vale a filosofia do ditado: “Se dermos peixe a um pobre, ele tem comida para um dia; mas se o ensinarmos a pescar, ele terá comida para toda a vida”.

Há n'O Jornal Batista uma coluna intitulada "De Pastor Para Pastor". Num dos artigos para esta coluna, o Pr Aloizio Penido Bertho escreveu: "o gado vai ao cocho que tem alimento". Que o Espírito de Deus venha ungir a cada pregador. - Fonte: Aloizio Penido Bertho, em O Jornal Batista, pg 13, 05 a 11/08/2002.

Enquanto estiver ganhando o pão de cada dia, não deixe de oferecer uma fatia aos menos afortunados. (S. Brown)

Certo dia, tomei café da manhã com um homem que vendeu jornais e engraxava sapatos, a 60 anos atrás, nas ruas de uma cidade de Idaho, nos Estados Unidos. Ele me contou sobre a sua vida naqueles dias, e como as coisas haviam mudado. Eu lhe perguntei: "O que mais mudou desde então?" Ele disse: "As pessoas, elas não se importam mais umas com as outras." Como exemplo, ele contou-me sobre a sua mãe, que muitas vezes deu comida a homens que vinham à sua casa. Cada dia, ela preparava comida para a sua família e então fazia diversas refeições a mais porque sabia que viajantes sem nenhum lar iriam aparecer na hora das refeições. Ela tinha uma profunda compaixão por aqueles em necessidade. Certa vez, ela perguntou a um homem como ele encontrou o caminho até a sua porta. Ele disse-lhe: "O seu endereço está escrito em todas as paredes dos vagões de trem." Eu quisera que esse tipo de elogia pudesse ser dito de todos nós. Alimentando as multidões, Jesus nos deu um exemplo do que significa importar-se com as necessidades físicas e espirituais dos outros (Bíblia, livro de Marcos, capítulo 8 versos 1 a 9).

Sobre a morte do papa, o ex-jogador Diego Maradona disse: "Estou triste, porque se vai um ser humano". Só peço a Deus... que mande um novo papa que tire os ornamentos de ouro do Vaticano e os use para dar de comer às crianças da África e da Argentina, por exemplo". - http://jg.globo.com

Como vai a "cotação do amor" nas comunidades evangélicas hoje? Quais são os membros de igrejas que, por exemplo, após o culto, procuram dar carona com o seu automóvel a alguma pessoa idosa ou todos os domingos vai buscá-la em sua casa? Qual foi a última vez que algum membro de igreja foi limpar e arrumar a igreja juntamente com o zelador? Qual foi a última vez, que alguém foi fazer a feira no supermercado, lembrou de comprar uma lata de óleo ou um quilo de feijão a mais para alguém menos favorecido? Qual foi a última vez que alguém entregou um envelope com um pouco de dinheiro para o seu irmão desempregado? Confrontar Ef 4.28. - Agnaldo Leite do Sacramento, em O Jornal Batista.

Um sapateiro, muito piedoso, sonhou que Jesus falou com ele dizendo: "Amanhã venho tomar café na tua casa". O sapateiro acordou cedo, convencido que Jesus, na realidade, viria. Jesus não apareceu, mas veio lá pelas nove uma garotinha faminta e com sua roupa em farrapos e sapatos arrebentados. O sapateiro providenciou roupa limpa para a garota, deu da comida que havia preparado para Jesus, consertou os sapatinhos e logo mais a menina tomou o seu rumo. Na noite seguinte, Jesus apareceu novamente em sonho ao sapateiro. Ele, irritadiço, perguntou a Jesus: "Por que não vieste tomar café, como prometeste?" Jesus, com um belo sorriso, respondeu: "Estive presente quando cuidaste daquela garotinha".

Veja o poema extraído do livro "Mentalidade Cristã", de John Stott, escrito por uma mulher que buscou auxílio num religioso: "Eu tive fome e tu formaste um grupo para discutir minha fome; Estive presa e tu te retiraste para a tua capela para orar por minha libertação; Esta nua, questionaste a moralidade da minha aparência; Estive enferma e tu te ajoelhaste, agradeceste a Deus tua saúde; Estava desabrigada e tu falaste do abrigo espiritual de Deus; Estava solitária e tu me deixaste sozinha para orar por mim; Parecia tão santo, tão próximo de Deus! Mas eu ainda estou com fome... e sozinha... e com frio".

Há uma lenda antiga, que no estilo da Tolstoi nos faz entender a experiência do profeta. Um sapateiro, muito piedoso, sonhou que Jesus falou como ele dizendo: "Amanhã venho tomar café na sua casa". O sapateiro acordou cedo, convencido que Jesus, na realidade, viria. Arrumou bem sua cozinha e preparou um café muito especial. Jesus não apareceu, mas veio lá pelas nove uma garotinha faminta e com sua roupa em farrapos e sapatos arrebentados. O sapateiro providenciou roupa limpa para a garota, deu da comida que havia preparado para Jesus, consertou os sapatinhos e logo mais a menina tomou o seu rumo. Na noite seguinte, Jesus apareceu novamente em sonho ao sapateiro. Ele, irritadiço, perguntou a Jesus: "Por que não vieste tomar café, como prometestes?" Jesus, com um belo sorriso, respondeu: "Estive presente quando cuidaste daquela garotinha" (Mateus 25.40).

Faz pensar a declaração de C. H. Spurgeon, o príncipe dos pregadores: “Necessitamos mais da pregação ‘ativa’ e menos da ‘discursiva’”. 14/12/06

Aquele que espera realizar muitos e grandes atos de bondade ao mesmo tempo nunca fará nenhum” – Paulo E. Holdcraft. 15/12/06

Durante a última guerra mundial, os soldados norte-americanos descobriram numa cidade européia, uma estátua de Cristo, num templo que fora horrivelmente bombardeado. Mas a estátua estava reduzida a frangalhos. Com grande esforços, os soldados foram, com paciência, retirando dos escombros todos os cacos a que fora reduzida a referida estátua. Acharam todas as partes da mesma e a reconstruíram. Mas não encontraram as mãos daquela peça de escultura. O que ocorreu? Como foram baldados todos os esforços na procura dos braços, eles resolveram colocar a estátua em lugar de destaque, e escreveram um cartão com os dizeres: “As minhas mãos são as vossas mãos” e o dependuraram na estátua. Tirando a imagem, valeu o cartão! 16/12/06

Moody conta a história de um passageiro em um navio que atravessava o Atlântico e que descansava em seu beliche durante uma forte tempestade, acometido de um forte enjôo do mar. De repente ele ouve um alvoroço e um grito: "Homem ao mar." "Que Deus ajude a este pobre homem," orou ele, "mas não existe nada que eu possa fazer." Logo a seguir, pensou ele: "(eu posso, pelo menos, acender minha lanterna e colocar nesta pequena janela." Com muito esforço ele fez isso. Finalmente o homem que havia caído no mar foi salvo. No dia seguinte ele contou a história para todos: "Eu estava, na escuridão, afundando talvez pela última vez quando alguém colocou uma luz através de uma portinhola. A luz brilhou direto em minha mão e um marinheiro, em um barco salva-vidas, conseguiu me resgatar." A debilidade não pode ser usada como justificativa para usar a pouca força que temos. Quem pode dizer como Deus trabalhará? 12/2/07

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